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  • Por Eduardo Freire - Jornalista e médico veterinário

Gatos Egípcios: Símbolos de magia e proteção na cultura milenar!


Imagem da raça Mau Egípcio
Gatos egípcios: símbolos de magia e proteção na cultura milenar!

Ao longo de milhares de anos, histórias de gatos místicos, especialmente os gatos egípcios, têm circulado pela espécie. No Oriente Médio, esses felinos ganharam imensa visibilidade por serem associados à sorte e à proteção. Você já ouviu falar sobre como os gatos egípcios eram venerados? Todo esse amor pelos felinos teve início quando os antigos egípcios perceberam que os gatos podiam ajudar a combater as infestações de ratos na região. Os roedores eram considerados pragas que arruinavam colheitas de grãos e cereais, além de espalharem doenças entre a população.


Assim, o povo egípcio começou a adotar os gatos como membros da família e, em pouco tempo, passaram a vê-los como verdadeiras divindades. Ficou curioso para saber mais? O Patas da Casa desvendou essa história e reuniu todas as informações sobre os gatos no Egito Antigo, suas raças e outras curiosidades. Confira abaixo!


Gatos egípcios: de animais de estimação a divindades

Os antigos egípcios acreditavam que os gatos eram seres mágicos capazes de trazer boa sorte aos seus cuidadores. A realeza egípcia mimava esses animais com guloseimas e chegava a adorná-los com suas próprias joias familiares.


Quando os gatos faleciam, eles eram mumificados da mesma forma que os humanos da época. A adoração era tão intensa que, como um sinal de luto, os tutores dos animais raspavam as sobrancelhas e lamentavam a morte do gato até que elas crescessem novamente.


Presença dos gatos na arte e cultura egípcia

É possível observar a presença dos felinos em diversas formas de arte, esculturas, pinturas e escrituras da época. O gato do Egito era um animal tão especial que qualquer pessoa que o matasse, mesmo em caso de acidente, era condenada à morte. Infelizmente, essa característica cultural do povo egípcio levou a uma derrota histórica, quando seus inimigos usaram a adoração pelos gatos como tática no Egito.

O gato de Cleópatra e sua popularidade

Acredita-se que o gato de Cleópatra pertencia à raça Mau Egípcio. Conta-se que o felino acompanhava a governante aonde quer que ela fosse e, assim, ganhou grande popularidade. O Mau Egípcio é conhecido por sua pelagem malhada com tons prateados, bronze ou defumados. Além disso, é admirado por sua personalidade amigável, extrovertida e brincalhona. É um gato inteligente e fácil de treinar.


A deusa gato dos antigos egípcios: Bastet tinha a habilidade de se transformar em um gato. Hoje conhecida como a deusa gato dos antigos egípcios, Bastet representava a fertilidade, o prazer, a música, a dança e a domesticidade. Essa divindade felina desempenhou um papel importante na adoração dos gatos pelos antigos egípcios.

Bastet era frequentemente representada como uma mulher com cabeça de felino, embora em algumas ocasiões ela também pudesse ser vista como uma gata sem características humanas. Para honrar a deusa, o povo egípcio criou cemitérios de gatos domésticos mumificados, muitas vezes enterrados próximos aos seus donos.


O simbolismo dos gatos no Egito

Os egípcios acreditavam que os gatos eram criaturas místicas dotadas de magia. Eles acreditavam que os felinos traziam proteção e eram amuletos de sorte para a família. Por isso, tratavam esses animais como sagrados, incluindo os gatos pretos.


Contribuição do Egito para as raças de gatos domésticos modernos

Todos os gatos domésticos modernos são descendentes dos gatos selvagens do Oriente. No entanto, uma raça em particular é conhecida por ser descendente dos antigos gatos egípcios: o Mau Egípcio. Essa raça foi desenvolvida a partir de dois gatos trazidos do Egito. Embora o cruzamento tenha ocorrido recentemente, muitas pessoas acreditam que o ancestral dessa raça era o mesmo gato adorado pelos antigos egípcios, razão pela qual o Mau Egípcio é popularmente conhecido como o "gato de Cleópatra".


Por outro lado, o Sphynx, frequentemente chamado de gato egípcio, é, na verdade, uma raça canadense! Apesar do nome que remete às esfinges egípcias, essa raça de gato sem pelos foi desenvolvida em 1966 no Canadá, quando uma gata deu à luz a vários filhotes sem pelos devido a uma mutação genética.


Descubra mais sobre a fascinante história dos gatos egípcios!

Agora que você sabe um pouco mais sobre a adoração dos antigos egípcios pelos gatos, mergulhe nessa história fascinante e descubra mais sobre a relação entre os gatos e o Egito antigo. Conheça as raças, os mitos e as curiosidades envolvendo esses felinos místicos. Os gatos egípcios são verdadeiras lendas vivas que ainda encantam o mundo até hoje!

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